Nunca estudei, inclusive na graduação em enfermagem, o que é gênero.
Acreditava que gênero era igual ao sexo biológico, ou seja, deveria corresponder à anatomia.

Na especialização em educação aprendi que gênero é diferente de sexo
biológico! Ele é uma categoria em construção permanente, é social e, portanto, apresenta particularidades ao ser comparado entre culturas diferentes, grupos diversificados e períodos históricos desiguais. Por esse motivo o que nos identifica como sendo de um gênero ou de outro ou talvez sem pertencer a nenhum pode se modificar com o passar do tempo.

Um bom exemplo são as indicações atuais dos banheiros de algumas empresas e de alguns locais que sempre foram generificados, mas que agora, estão mais arejadas em relação a essas categorias. Não é difícil encontrar sanitários em restaurantes, bares e aeroportos identificados como unisex ou sem identificação que nos leve a pensar em feminino ou masculino. Já estamos indo além dos toaletes. Em Nova York há uma loja
de roupa que se autodenomina como “genderless”, que significa; roupas sem gênero e uma companhia aérea que tem além dos gêneros masculino (Mr.) e feminino (Ms) para seus clientes, uma terceira opção Mx (Gênero inespecífico).


Escrito por Magnor Muller
Fundador e CEO da DGS - Consultoria em Diversidade, Gênero e Diversidade
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