O título desse post faz referência ao evento que participei nos dias 26 e 27 setembro no evento chamado “INNOVATIONWEEKEND 2020” com participação dos Drs. Fernando Seffner, professor na Faculdade de Educação da UFRGS,que realiza pesquisas e orientações junto ao Programa de Pós Graduação em Educação nas conexões entre gênero, sexualidade e educação. E Sidinei Rocha-de-Oliveira, professor na Escola de Administração da UFRGS e no Programa de Pós Graduação em Administração, pesquisa sobre mercado de trabalho e carreira e as relações como marcadores socais de diferença: classe, raça, gênero e sexualidade.

Problematizar a masculinidade foi um dos propósitos, pois temos que pensar que existem diferentes masculinidades. Por exemplo, há homens mais femininos que outros, alguns se dedicam ao trabalho mais intelectual, tanto ao trabalho mais físico. E, pensando em termos mundiais, a masculinidade padrão brasileira (homem heterossexual, branco, católico, casado) difere, muito, das masculinidades japonesas, indianas, tailandesas.

Um homem trans pode ser mais próximo do padrão da nossa cultura do que podemos imaginar. O importante é não julgar e não tratar de forma desigual essas variadas formas de expressão do masculino.


Escrito por Magnor Muller
Fundador e CEO da DGS - Consultoria em Diversidade, Gênero e Diversidade
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